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21/05/2014

Ranking dos genéricos aponta RS em segundo

LIDERANÇA NO MERCADO desses medicamentos é de Minas Gerais, com 35%, seis pontos percentuais a mais que Pernambuco, terceiro colocado.

A indústria de genéricos chega aos 15 anos no Brasil, vangloria-se de ter sido o motor que possibilitou o nascimento de uma indústria farmacêutica de capital nacional, mas ainda não emplacou em alguns Estados.

Obrigados a custar pelo menos 35% menos do que os medicamentos de referência – com preços que, na prática, geralmente ficam até mais baixos devido à concorrência –, os genéricos ainda enfrentam dificuldades para cumprir o que o setor chama de “papel social”.

Minas Gerais lidera o ranking com 35%, à frente do Rio Grande do Sul (34%). Em São Paulo, cujas vendas têm peso mais relevante à indústria, o número é de 28%.

Roraima é o Estado que tem a menor participação (10%), seguido de Amazonas (14%) e Rondônia e Acre (ambos com 16%), conforme dados do IMS Health, instituto que audita o setor no mundo.

Para Telma Salles, presidente da associação PróGenéricos, as compras do governo foram importantes para a evolução do produto, que representa 85% dos itens dispensados pelo Farmácia Popular (programa do governo federal que faz distribuição gratuita).

Ela afirma, porém, que o desconhecimento da população ainda é um dos motivos para a baixa penetração no varejo farmacêutico.

– A possibilidade de substituir medicamento de marca pelo genérico ainda não é conhecida em todo lugar. Outras iniciativas públicas de divulgação precisam ser implantadas nesses Estados – diz.

Parte das vendas também pode ter sido perdida para os medicamentos similares, que foram submetidos a testes diferentes do padrão cobrado dos genéricos.

No Brasil, a média, em 2013, ficou em 27,3% – muito inferior ao registrado em países como EUA (80%) e Alemanha (66%).

Fonte: Zero Hora

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